<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Home on Escritos - M.S.Melo</title><link>https://escritos.msmelo.blog/</link><description>Recent content in Home on Escritos - M.S.Melo</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><copyright>© Marcio Melo</copyright><lastBuildDate>Fri, 27 Feb 2026 17:34:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://escritos.msmelo.blog/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Aviso de Gatilhos</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/aviso-de-gatilhos/</link><pubDate>Sat, 18 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/aviso-de-gatilhos/</guid><description>&lt;h1 id="dezesseis"&gt;Dezesseis&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;===&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcio Melo&lt;/strong&gt; - &lt;a href="https://bolha.one/@msmelo"&gt;@msmelo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 id="-aviso-de-gatilhos"&gt;⚠️ Aviso de Gatilhos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;_Esta história aborda temas sensíveis como violência, abuso de poder, saúde mental e morte. Há cenas que podem ser perturbadoras para alguns leitores, incluindo descrições detalhadas de tensão psicológica e situações de perigo. Recomendo cautela ao prosseguir com a leitura.
_&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 1 - Vandinha</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/01-vandinha/</link><pubDate>Fri, 17 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/01-vandinha/</guid><description>&lt;p&gt;Vinte minutos antes de morrer, Vandinha parou defronte ao Condomínio Edifício Marcelo. Seus olhos fixos na janela do décimo sexto andar. Algo a intrigava, mas, ao contrário do que dona Carmem havia dito, era impossível ver, dali, se a janela estava suja ou limpa. Ela já desconfiava das mentiras da sua patroa, mas ainda não entendia qual motivo ela teria para tanto.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 2 - André</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/02-andre/</link><pubDate>Thu, 16 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/02-andre/</guid><description>&lt;p&gt;André assoprava o cartucho de &lt;em&gt;Alex Kidd In Miracle World&lt;/em&gt; certo que, dessa vez, seu &lt;em&gt;Master System&lt;/em&gt; iria exibir o logo da &lt;em&gt;SEGA&lt;/em&gt;. Foi quando ouviu aquele som. Não era o que ele esperava. Era um barulho seco, uma pancada surda contra o chão.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 3 - Camila</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/03-camila/</link><pubDate>Wed, 15 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/03-camila/</guid><description>&lt;p&gt;O rádio tocava &lt;em&gt;Alceu Valença&lt;/em&gt;, e sua voz marcante preenchia o carro. Camila sonhava acordada, imaginando se alguém a achava a garota mais bela da tarde, mesmo sem nunca ter ido à praia de &lt;em&gt;Boa Viagem&lt;/em&gt;. O suor escorregava em seu corpo salgado, lhe fazendo cócegas. Sua irmã olhava pela janela com a tristeza de quem ainda teria que fazer duas provas de recuperação. Ela não. Havia passado direto em todas as matérias. Suor, melancolia, alegria, areia e água salgada — tudo junto e misturado. Se tivesse que escolher uma cor para os dias de verão em &lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt;, seria laranja.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 4 - Carmen</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/04-carmen/</link><pubDate>Tue, 14 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/04-carmen/</guid><description>&lt;p&gt;A polícia apareceu já era noite, quase na hora do Jornal Nacional. Dona Carmen esperou o &lt;em&gt;rabecão&lt;/em&gt; levar o corpo da garota antes de dar as caras. A mocinha trabalhava em sua casa há quatro anos. Como disseram que não havia mais ninguém na hora do ocorrido, o depoimento foi rápido e fácil de resolver. O fato de seu Freitas ser amigo pessoal do Delegado adiantou tudo, inclusive a perícia em seu apartamento realizada em menos de dez minutos.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 5 - Freitas</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/05-freitas/</link><pubDate>Mon, 13 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/05-freitas/</guid><description>&lt;p&gt;O apartamento parecia maior quando os meninos não estavam em casa. Freitas recostou-se na poltrona da sala, o copo de uísque equilibrado na mão, o peso do dia esmagando seus ombros. A televisão estava passando o noticiário local, nenhuma notícia, como haviam lhe prometido. Ele nem prestava muita atenção nas palavras dos repórteres, elas eram engolidas pelo barulho constante das hélices do ventilador de teto.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 6 - Bianca</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/06-bianca/</link><pubDate>Sun, 12 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/06-bianca/</guid><description>&lt;p&gt;O elevador estancou de repente, com um solavanco que fez Bianca despertar. &amp;ldquo;Um dia essa disgraça cai&amp;rdquo;, falou enquanto ele abria num gemido tétrico. Ela hesitou na passada quando viu que o número na porta não era o do seu andar ainda. Diego Freitas quase atravessou por dentro dela, entrando apressado, a testa brilhando de suor, com a mochila da &lt;em&gt;Company&lt;/em&gt; novinha desleixada pendurada em um dos ombros. Ele parou por um instante, ia dizer algo, mas apenas balançou a cabeça.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 7 - Galega</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/07-galega/</link><pubDate>Sat, 11 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/07-galega/</guid><description>&lt;p&gt;A sacola preta de plástico fazia um barulho irritante, arrastando pelo chão sujo do &lt;em&gt;playground&lt;/em&gt;. O dia inteiro no salão tinha acabado com a paciência e os ombros de Marlene e, para piorar, ela ainda teria que subir os quatro andares de escada.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 8 - Tita</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/08-tita/</link><pubDate>Fri, 10 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/08-tita/</guid><description>&lt;p&gt;Camila foi atraída para a mesa de madeira próxima ao salão de festas pelas gargalhadas estridentes e desgovernadas quando saiu do elevador. Tita ria como se ninguém mais além dela existisse, e seu &lt;em&gt;show&lt;/em&gt; cortava a monotonia de um final de tarde quente de início de ano. Vandinha, ao seu lado, de pernas cruzadas, inclinada para ela, às vezes segurava as mãos na boca para conter as risadas.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 9 - Ivaldo</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/09-ivaldo/</link><pubDate>Thu, 09 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/09-ivaldo/</guid><description>&lt;p&gt;Não era apenas o zumbido das lâmpadas fluorescentes ou o barulho constante dos ventiladores decrépitos, o necrotério tinha um som particular. Era outra coisa. Um chiadinho irritante e invisível, mas palpável, como se o próprio prédio respirasse lentamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cássio Monteiro conhecia bem aquele som. Podia ouví-lo até no mais absoluto silêncio, durantes as longas madrugadas que passava ali, com os corpos. Constantemente ele olhava o seu crachá, para se lembrar que era um Doutor, Dr. Monteiro, como o chamavam. Isso, claro, quando encontrava com alguém, já que o silêncio era o seu trabalho. E ele aprendeu isso com o tempo, aprendeu que a morte nunca chega quietinha. Ela sempre deixava um eco.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 10 - Diego</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/10-diego/</link><pubDate>Wed, 08 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/10-diego/</guid><description>&lt;p&gt;O apartamento 1604 diminuía à noite. O corredor que dava acesso aos quartos era silencioso como uma testemunha muda. A área de serviço soprava o vento da praia pelos cobogós deixando um ar fantasmagórico trespassar. Os móveis da sala inertes, observadores dos segredos que se arrastavam. O barulho da cortina batendo na janela não deixava Diego dormir, Daniel, na beliche em cima, não, esse seguia igual uma pedra.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 11 - Gambiarra</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/11-gambiarra/</link><pubDate>Tue, 07 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/11-gambiarra/</guid><description>&lt;p&gt;Ele chegou no jardim antes de todo mundo. Estava encostado atrás do balcão da portaria quando ouviu a porrada seca que fez até as paredes do &lt;em&gt;playground&lt;/em&gt; estremecerem. Outra vez. Foi a primeira coisa que veio à sua cabeça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olhou para cima e viu o rosto do garoto na janela, os olhos arregalados. Ele contou os andares de cima para baixo e voltou para dentro do prédio. Quando retornou, Gambiarra já estava com a lona preta debaixo do braço e a pobre menina, tão jovem, tão bonita, prensada no chão que nem um carimbo. Antes de terminar de cobrir seu corpo, o povo apareceu, de todos os lados, como urubus atrás de carniça.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 12 - Jurema</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/12-jurema/</link><pubDate>Mon, 06 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/12-jurema/</guid><description>&lt;p&gt;Ela nunca foi de errar, o dom era seu fardo. As cartas nunca mentiam. O tormento vinha das mensagens que elas traziam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jurema encarava as cartas na mesa abafada da cozinha do seu apartamento no primeiro andar. Elas estavam espalhadas como cacos de vidros jogados na rua, refletindo fragmentos de uma história que Vandinha não queria ouvir. As velas tremulando sobre os potes de conserva que ela usava como castiçais projetavam sombras nas paredes que lhe traziam arrepios.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 13 - Plínio</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/13-plinio/</link><pubDate>Sun, 05 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/13-plinio/</guid><description>&lt;p&gt;Plínio era um homem de rotinas, e a sua preferida era observar a vida dos outros da sua janela. Reclamava em silêncio do barulho que seus vizinhos faziam, sem se importar com seus passos pesados, com os objetos que deixava cair no chão ou com os móveis que ele vivia arrastando de um lado para o outro.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 14 - Raul</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/14-raul/</link><pubDate>Sat, 04 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/14-raul/</guid><description>&lt;p&gt;Do seu apartamento, ele via quase todo mundo. Quem entrava, quem saía, quem demorava mais do que devia. Tinha um álbum escondido embaixo da cama, cheio de fotos do prédio. Gostava especialmente das que tirava das pessoas que ele chamava de &amp;ldquo;simples&amp;rdquo;. A janela do seu apartamento no Edifício Cláudio pegava uma boa visão do prédio azul claro da frente, o Marcelo. Dava para ver o &lt;em&gt;playground&lt;/em&gt;, toda a área do pátio na frente do prédio e, claro, as janelas.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 15 - Princesa</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/15-princesa/</link><pubDate>Fri, 03 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/15-princesa/</guid><description>&lt;p&gt;O som de passos interrompeu seus pensamentos distantes. Aqueles passos pesados, arrastados, que ressoavam pelo piso de madeira como batidas de um coração com arritmia. Vandinha parou por um momento, a mão na mesa da sala de estar, observando o corrimão da porta girar algumas vezes. Já estava na hora?&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Capítulo 16 - Saraiva</title><link>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/16-saraiva/</link><pubDate>Thu, 02 Jan 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/historias/dezesseis/16-saraiva/</guid><description>&lt;p&gt;Uma lata velha de biscoitos, dinamarqueses, foi assim que tudo começou. Ela estava escondida debaixo da pia da cozinha, bastante enferrujada. Era uma dessas latas antigas, quando as coisas eram menos descartáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que primeiro me chamou atenção foram os desenhos de moinhos que julguei serem holandeses, mas só depois eu fui ler embaixo e vi que foi fabricado em Copenhague, 1991. Dentro dela, além do cheiro de mofo, havia um rolo de filme fotográfico da &lt;em&gt;Kodak&lt;/em&gt;, sim, daqueles bem antigos de quando a gente usava filmes nas máquinas fotográficas. Ele estava bem enrolado em um plástico grosso, transparente.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Pequena EVA</title><link>https://escritos.msmelo.blog/contos/pequena-eva/</link><pubDate>Fri, 27 Feb 2026 17:34:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/contos/pequena-eva/</guid><description>&lt;p&gt;Sua mão esquerda era uma garra de arame e plásbio — lembranças de um tempo mais antigo que as tempestades de sílica. O veículo rugia como um animal encurralado e o vento assobiava em &lt;em&gt;dialeto vêneto&lt;/em&gt;. Marina sabia que era tudo culpa de Gio, projetando seus demônios na tormenta seca e quente. Italianos e suas manias.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Cerejas artificiais</title><link>https://escritos.msmelo.blog/contos/cerejas-artificiais/</link><pubDate>Tue, 04 Feb 2025 09:54:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/contos/cerejas-artificiais/</guid><description>&lt;p&gt;A jaqueta de couro não combinava com aquela &lt;em&gt;lataria&lt;/em&gt;. Estava no corpo errado. Giovana notou assim que bateu o olho no rapaz. Como estava sozinha, apenas riu, o observando de soslaio, girando a taça do seu último Martini entre os dedos. A bebida se movia em ondas suaves, a azeitona guardava para o final — ainda que desejasse algum drink com uma cereja. De azedume e sal, sua vida já estava abarrotada.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>O Grande Conjurador de Elkenor</title><link>https://escritos.msmelo.blog/contos/o-grande-conjurador-de-elkenor/</link><pubDate>Sat, 01 Jun 2024 10:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/contos/o-grande-conjurador-de-elkenor/</guid><description>&lt;p&gt;Shekaar dominava as artes ocultas da magia com a mesma maestria dos maiores conjuradores de Elkenor. Não era de nenhuma das cinco famílias mais importantes do reino, não tinha herdado nenhum item mágico ancestral e tampouco frequentou as escolas arcanas. Ele era um excelente feiticeiro apenas porque, um dia, aceitando o conselho de seu falecido pai Shidraar, o Barão das Minas Baki, decidiu ser.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Quarto 71</title><link>https://escritos.msmelo.blog/contos/quarto-71/</link><pubDate>Mon, 01 Jan 2024 10:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/contos/quarto-71/</guid><description>&lt;p&gt;De extraordinária aquela espelunca não tinha &lt;strong&gt;porra de nada&lt;/strong&gt;. Era só um prédio antigo, recauchutado com tinta fosca por baixo de uma demão armengada. O recepcionista segurava as pálpebras dos olhos num esforço que enrugava seu rosto. Aquele &lt;em&gt;cara de fuinha&lt;/em&gt; forçava um sorriso mais falso que o &lt;em&gt;extraordinário&lt;/em&gt; que precedia a fachada do estabelecimento. A chave do** quarto 71** foi jogada com indiferença. Memorizei a direção que ele gesticulou de forma vaga e segui até o corredor que levava aos quartos do andar térreo. Os mais baratos. Ele sequer ofereceu ajuda com minha mochila, o que me privou de recusar sua gentileza. &lt;em&gt;Um dos meus esportes favoritos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Sobre</title><link>https://escritos.msmelo.blog/sobre/</link><pubDate>Mon, 01 Jan 0001 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://escritos.msmelo.blog/sobre/</guid><description>&lt;h3 id="quem-escreve"&gt;Quem escreve&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Marcio Melo é baiano de Conceição do Almeida, engenheiro de software por profissão e escritor por teimosia. Anda na cocó atrás de histórias que brotam quando o cotidiano desafia, ou a procrastinação permite. É autor do livro &lt;em&gt;Sombras, fantasmas e dois charutos fumegantes&lt;/em&gt; e participou da coletânea &lt;em&gt;&lt;a href="https://www.terraredonda.com.br/product-page/ridendo-castigat-mores"&gt;Ridendo castigat mores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (Terra Redonda, 2025). Já caiu de um carro em movimento, fissurou o crânio numa aposta besta e torce por um time que nunca vence. Escreve na espinha mole com uma lambuzada de dendê e uns três minutos de atraso — o suficiente para dar tempo de rir “antes que isso aqui vire uma tragédia”.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>